sábado, 16 de julho de 2011

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA: "ERA UMA VEZ..."

Disciplinas envolvidas:

• Português

Duração:
• Segundo semestre de 2011


Justificativa
O projeto sobre os contos de fadas surgiu da necessidade de aproximar as crianças cada vez mais da leitura, da escrita e também do mundo fantástico que as histórias proporcionam. Ao estudar e conhecer os contos esperamos que o aluno desperte suas emoções, encontrando nos enredos elementos que o ajudem a compreender melhor as situações que vivencia – relacionado fantasia e realidade.


Fundamentação teórica
Desde que o ser humano se apropriou da fala, adquiriu também o hábito de narrar suas aventuras iniciando a tradição oral de contar histórias, mas temos conhecimento de que a literatura infantil surgiu apenas no século 17 com o aparecimento da prensa.


Para a escritora Ana Maria Machado, “os contos de fadas pertencem ao gênero literário mais rico do imaginário popular. Para ela as histórias funcionam como válvula de escape e permitem que a criança vivencie seus problemas psicológicos de modo simbólico, saindo mais feliz dessa experiência”.


O psicólogo austríaco Bruno Bettelheim (1903-1990) afirma que nenhum tipo de leitura é tão enriquecedor e satisfatório do que os contos de fadas, pois eles ensinam sobre problemas interiores dos seres humanos e apresentam soluções em qualquer sociedade.


A importância do estudo dos contos de fadas se fundamenta também no fato de que a fantasia ajuda a formar a personalidade, sendo possível que as crianças ao terem contato com as histórias transfiram para os personagens os seus conflitos e encontrem ensinamentos que as ajude a enfrentá-los, além de aumentarem seu repertório literário e enriquecerem seu vocabulário.


Objetivos
• Conhecer principais contos de fadas e seus autores, analisando-os atentamente percebendo os detalhes que compõem a história e o ensinamento que transmite;


• Fazer com que os contos sejam uma referência para as outras leituras e produções que o aluno fará ao logo de sua vida escolar;


• Proporcionar ao aluno um momento significativo de ter contato com histórias que transmitem mensagem e ensinamentos e relacioná-los com a vida cotidiana (relacionar enredos, atitudes do bem/mal às atitudes cotidianas transferindo o enredo para a atualidade)


• Ampliar o repertório de histórias;


• Enriquecer o vocabulário;


• Explorar a criatividade e aguçar a curiosidade dos alunos;


• Questionar sobre o enredo e elementos que compõem os contos.

 Procedimentos
• Participar de rodas de conversa e estudo do conto escolhido;


• Ouvir com atenção as histórias e descrevê-las conforme solicitação (interpretação oral)


• Coletar, organizar, selecionar dados e informações nas pesquisas realizadas sobre o tema;


• Registro das conclusões;


• Elaboração de textos e atividades relacionadas ao tema estudado.




O projeto acontecendo ...


Levantamento de hipóteses


No primeiro momento a professora irá questioná-los a respeito dos contos de fadas para saber o que conhecem sobre o tema (sondagem oral preparando as crianças para as narrativas a serem lidas posteriormente). O que pode ser perguntado :


• O que é um conto de fadas ?


• Por que essas histórias recebem esse nome ?


• Que autores de contos de fadas vocês conhecem ?


• Quais contos de fadas vocês conhecem ?


• Quais personagens dos contos vocês conhecem ?


• De quais personagens gostam mais ? Por quê ?


• Façam uma lista dos personagens de contos de fadas que vocês conhecem.


• Façam uma lista dos personagens bons e maus das histórias.


Registrar, se possível todas as respostas.


Encaminhamentos


Depois de feita a sondagem, a professora apresenta alguns títulos (livros escolhidos na biblioteca) para que escolha qual conto de fadas querem ler primeiro.


Feita a escolha do conto, a professora mostrará as figuras e pedirá para os alunos observarem e depois contarem a história a partir da ilustração. (registrar no caderno)


Em outra aula, já em roda, a professora inicia a leitura do conto, fragmentando-a em três partes principais. Aqui, a professora pode questioná-los sobre o que acontecerá a seguir. Dividir os alunos em grupos de quatro, desenham as partes da história que ouviram naquele dia. Esse trabalho em equipes continuará até terminar o texto inteiro.


Fazer um estudo detalhado do conto e registrar no caderno:


• Relação do título com o enredo


• Local onde acontece a história


• Marcadores de tempo (tempo de duração dentro do texto e dos acontecimentos/ destacar palavras que indiquem mudança de período dentro do enredo- ex.: certo dia)


• Personagens principais e coadjuvantes – quem são e sua importância dentro do contexto


• A ação principal em torno da qual acontece o enredo (conflito)


• Solução (clímax/desfecho/final )


• Semelhanças com outros contos que conhecem.


Após essa análise, propor a reescrita coletiva do conto.


Fazer a interpretação escrita do conto de fadas. Sugestões de perguntas:


1. Você gostou da história ? Por quê?


2. Qual parte da história mais despertou a sua atenção?


3. De qual personagem você mais gostou?


4. Você conheceu um pouco do personagem no conto. Como você imagina que seja a vida desse personagem fora da situação que ele viveu na história? Conte do seu jeito.


5. Você já vivenciou algo em sua vida parecido com o que aconteceu com o personagem principal ? Descreva como foi.


6. Escreva os nomes dos personagens que fazem parte da história... de forma correta.


7. Qual a relação do título com o conteúdo do conto?


8. Escreva quem são os personagens bons e maus que fazem parte da história.


Paralelamente ao conto de fadas trabalhado em sala, a professora fará a leitura de um conto de fadas por dia aos alunos, fazendo a interpretação oral do mesmo.
O próximo passo será a produção de textos.

• A professora propõe que os alunos dêm um final diferente para o conto, escrevendo-o e ilustrando-o. (coletivamente).


• Escrever uma carta para o personagem que mais gostou ou que menos gostou, falando sobre o que pensa sobre ele, o que sentiu ao saber que ele viveu àquela situação. (coletivamente).


Depois de realizado todo o trabalho, montar um “livrinho” da sala com a reescrita coletiva do conto de fadas trabalhado e de um outro escolhido pelos alunos. Este livro ficará na biblioteca da escola. Fazer uma tarde de lançamento do livro, onde os alunos apresentarão o livro para as outras salas, e contarão os contos reescritos.
Montar um portfólio com fotos e descrições de todo o trabalho realizado durante o projeto.


Referência Bibliográfica


Revista Nova Escola. Ed Abril, SP.

terça-feira, 8 de março de 2011

MARAVILHOSO!!!


TUDO PASSA...

(Carol Possebon)


Tudo passa... as tribulações, o sofrimento... tudo. Apenas Deus não passa. Com Ele podemos ser fortes, confiar que todo sofrimento será revertido em paz, em alegrias.
Deus nos criou para sermos vitoriosos e felizes. O sofrimento com Deus tem um sabor diferente, o sabor da vitória, de que um dia tudo vai passar, pois, "só Deus não passará"!
Tendo esse pensamento em nossos corações, com certeza suportaremos com mais força as tribulações da vida!

COMO SUPORTAR A PROVA?




 (Bonsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova)


Como suportar a prova?
Pela sinceridade total diante do Senhor.

A palavra sincero vem de “sem cera”. Os antigos gregos e romanos faziam um teatro bem semelhante ao teatro moderno: uma mesma pessoa acabava fazendo vários personagens. Trocavam de personagens apenas trocando as “máscaras”, que eram feitas de cera.

“Sem cera” quer dizer “sem máscara”, sem representação. Não podemos representar diante de Deus, precisamos ser sinceros!

Temos de ser verdadeiros diante do Senhor, até mesmo em nossas fraquezas. São Paulo nos diz isso de maneira linda:

“Portanto eu me comprazo nas fraquezas, nos insultos, nos constrangimentos, nas perseguições e nas angústias por Cristo! Pois quando sou fraco, então é que sou forte” (2Cor 12,10).


Deus é forte em você, por isso Ele lhe faz forte. Não tenha medo de ser sincero diante do Senhor, de confessar-lhe os pecados mais secretos. Não tenha medo do pecado, e sim de não ser sincero diante de Deus. 

segunda-feira, 7 de março de 2011

O AMOR SE DOBRA PARA NÃO SE ROMPER


Você ajuda por ser bom ou por querer ser reconhecido?

(Luzia Santiago)
Não há ninguém mais verdadeiro conosco do que nós mesmos. Comece a se observar para ver quantas surpresas terá. Ao nos analisarmos vamos percebendo o tanto de qualidades que temos e também os pequenos e os grandes vícios que alimentamos. Eu costumo fazer essa experiência e tenho feito grandes descobertas sobre mim mesma.
Cada vez mais o Espírito Santo me tem levado a me conhecer mais profundamente. É uma graça única conhecermos as nossas qualidades e as nossas limitações para que melhoremos.
Muitas vezes, queremos que as pessoas mudem, implicamos com elas, ficamos olhando para os seus defeitos e até nos irritamos com muitos de nossos irmãos, quando, na verdade, nós é que precisamos mudar.
Geralmente, nós nos achamos muito bons, mas se observarmos as nossas intenções em realizar cada coisa veremos que nem sempre estas serão retas. Sempre há um certo interesse por trás ou o desejo de sermos reconhecidos… De alguma forma, queremos tirar proveito particular das situações e demonstrar que somos perfeitos.
Você já parou para se perguntar se as suas intenções realmente são sinceras e justas?
Muitas vezes, ajudamos alguém, mas a nossa real intenção não é praticar a verdadeira caridade, mas sim, ser reconhecidos e elogiados e até mesmo receber alguma recompensa humana.
Peçamos ao Senhor que purifique as intenções do nosso coração, para que possamos vê-Lo e imitá-Lo.
“Cria para mim um coração puro, ó Deus; enraíza em mim um espírito novo” (Salmo 50, 12).
Jesus, eu confio em Vós!

LINDO...


O MAIOR AMOR DE TODOS




Eu acredito que as crianças são o nosso futuro
Ensine-os direitinho e deixem-nos conduzir o caminho
Mostre-lhes toda a beleza que elas têm dentro
Dê-lhes um sentimento de orgulho para tornar mais fácil
Deixe o riso das crianças lembrar-nos como costumávamos ser

Todo mundo procura por um herói
As pessoas precisam de alguém para admirar
Eu nunca encontrei alguém que satisfizesse minhas necessidades
Um lugar solitário para se estar, então eu aprendi a depender de mim

Eu decidi há muito tempo nunca andar na sombra de ninguém
Se eu fracassasse ou conseguisse, pelo menos vivi como acreditei
Não importa o que tiram de mim, não podem tirar minha dignidade

Porque o maior amor de todos está acontecendo comigo
Eu encontrei o maior amor de todos dentro de mim

O maior amor de todos
É fácil de alcançar
Aprender a amar a si mesmo,
É o maior amor de todos

Eu acredito que as crianças são o nosso futuro
Ensine-os direitinho e deixem-nos conduzir o caminho
Mostre-lhes toda a beleza que elas têm dentro
Dê-lhes um sentimento de orgulho
Para tornar mais fácil
Deixe o riso das crianças lembrar-nos como costumávamos ser

Eu decidi muito tempo atrás
Nunca andar na sombra de ninguém
Se eu fracassasse ou conseguisse
Pelo menos eu vivi como eu acreditei
Não importa o que tiram de mim
Não podem tirar minha dignidade

Porque o maior amor de todos
Está acontecendo comigo
Eu encontrei o maior amor de todos dentro de mim

O maior amor de todos
É fácil de alcançar
Aprender a amar a si mesmo
É o maior amor de todos

E se por acaso aquele lugar especial
Com que você estava sonhando
Leva a um lugar solitário
Encontre sua força no amor

sábado, 1 de maio de 2010

... ACREDITAR NO IMPOSSÍVEL

Ó grande Rei, não abandonei a esperança da tua graça: carrego comigo tanta covardia, tanta vergonha e, no entanto, não abandonei a esperança.
Ninguém sabe de que modo tua providência tece secretamente uma rede mágica escondida aos olhos de todos.
No tempo por ti fixado, inesperadamente, sindo sabe-se lá de onde, chega o impossível, manifestando-se em sua própria luz, sempre esperado, sempre em vestes de possível!

Ó grande Rei, não abandonei a esperança!

(R. Tagore)

sábado, 10 de abril de 2010

LER E ESCREVER NA ESCOLA: O REAL, O POSSÍVEL E O NECESSÁRIO.

Delia Lerner

Ler e escrever... redefinir o sentido dessa função é uma tarefa incontestável.
Ensinar a ler e escrever é um desafio que transcende amplamente a alfabetização em sentido estrito. O desafio da escola hoje é o de incorporar todos os alunos a cultura do escrito e o de conseguir que todos cheguem a ser leitores e escritores.
O necessário é fazer da escola uma comunidade de leitores que recorrem aos textos buscando resposta para todos os problemas que necessitam resolver, tratando de encontrar informação para compreender melhor algum aspecto do mundo. O necessário é fazer da escola uma comunidade de escritores que produzem seus próprios textos para mostrar suas idéias, para informar sobre fatos que os destinatários necessitam e devem conhecer, enfim, por tantos outros motivos reais e importantes. O necessário e fazer da escola um âmbito onde a leitura e a escrita sejam práticas vivas e vitais, onde ler e escrever sejam instrumentos poderosos que permitem repensar o mundo e reorganizar o próprio pensamento, onde interpretar e produzir textos sejam direitos que é legítimo exercer e responsabilidade que é necessário assumir.
O necessário é, em suma, preservar o sentido do objeto de ensino para o sujeito da aprendizagem, o necessário é preservar na escola o sentido que a leitura e a escrita têm como práticas sociais.
O real é que levar à prática o necessário é uma tarefa difícil para a escola. É por isso que, antes de formular soluções –antes de desdobrar o possível-, é preciso analisar as dificuldades.

-DIFICULDADES ENVOLVIDAS NA ESCOLARIZAÇÃO DAS PRÁTICAS
Ao tentar instaurar as práticas de leitura e escrita na escola, apresentam-se –na realidade- muitas perguntas cujas respostas não são evidentes: o que se aprende quando se ouve o professor lendo? Em que momento as crianças se apropriam da “linguagem dos contos”? como ter acesso às antecipações e inferências que as crianças presumivelmente fazem ao tentar ler um texto por si mesmas? Quando se pode dizer que um aluno aprendeu a recomendar livros ou a confrontar diversas interpretações?...portanto não é simples determinar com exatidão o que, como e quando os sujeitos aprendem essas práticas. Por outro lado, trata-se de práticas sociais que historicamente foram, e de certo modo continuam sendo, patrimônio de certos grupos mais que de outros. Tentar que práticas “aristocráticas” como a leitura e a escrita sejam instauradas na escola supõe, então, enfrentar – e encontrar caminhos a resolver-: a tensão existente na escola entre a tendência à mudança e a tendência à conservação, entre a função explícita de democratizar o conhecimento e a função implícita de reproduzir a ordem social estabelecida.

- TENSÕES ENTRE OS PROPÓSITOS ESCOLARES E EXTRA-ESCOLARES DA LEITURA E DA ESCRITA

Na escola estão em primeiro plano os propósitos didáticos da leitura e da escrita, que são mediatos do ponto de vista dos alunos, porque estão vinculados aos conhecimentos que eles necessitam aprender para utilizá-los em sua vida futura, os propósitos comunicativos-como escrever para manter contato,ler para conhecer outro mundo possível- costumam ser relegados ou, inclusive, excluídos de seu âmbito. Essa divergência pode levar ao paradoxo: se a escola ensina ler e escrever com o único propósito de que os alunos aprendam a fazê-lo, eles não aprenderão a função social da leitura e da escrita, se a escola abandona os propósitos didáticos e assume os da prática social, estará abandonando ao mesmo tempo a sua função ensinante.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

PENSAMENTO

"A criança é um ser onde a imaginação predomina em absoluto. Nos livros ela quer que lhe demos cartolas, coisas mais altas do que podem entender. Isso a lisongeia tremendamente."

(Monteiro Lobato).

AMOR MAIÚSCULO

Um homem de idade já bem avançada veio à Clínica onde trabalho, para fazer um curativo na mão ferida...
Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso, e enquanto o tratava perguntei-lhe qual o motivo da pressa. Ele me disse que precisava ir a um asilo de anciãos para, como sempre, tomar o café da manhã com sua mulher que estava internada lá.
Disse-me que ela já estava há algum tempo nesse lugar porque tinha um Alzheimer bastante avançado.
Enquanto acabava de fazer o curativo, perguntei-lhe se ela não se alarmaria pelo fato de ele estar chegando mais tarde.
- Não, ele disse. Ela já não sabe quem eu sou. Faz quase cinco anos que não me reconhece.
Estranhando, lhe perguntei:
- Mas se ela já não sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?
Ele sorriu e dando-me uma palmadinha na mão, disse:
- É . Ela não sabe quem eu sou, mas eu, contudo, sei muito bem quem é ela.
Meus olhos lacrimejaram enquanto ele saía e eu pensei: essa é a classe de amor que eu quero para a minha vida.
O verdadeiro amor não se reduz ao físico nem ao romântico.
O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é, do que foi, do que será e... do que já não é..."


(Desconheço o Autor)


NÃO DEIXE O AMOR PASSAR

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE


Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.


Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.


Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.


Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.


Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.



A BUSCA PELA PESSOA AMADA.

CAROL POSSEBON

Busca pela pessoa amada. Todos nós de alguma forma buscamos pela pessoa amada. Há aqueles que já encontraram, há aqueles que ainda buscam.
Os que encontraram, precisam cuidar de seu(a) amado(a), pois um relacionamento é como uma flor, precisa ser regado dia-a-dia para que não morra. Experimente plantar uma rosa e não cuidar, ela certamente morrerá. É isso que acontece com os que encontraram seu(a) amado(a) e não cuidam, o amor morre, o relacionamento desfalece, e tudo acaba! Precisamos demonstrar diariamente nosso amor ao outro, e isto não requer  algo grandioso, mas apenas simples gestos, palavras e até mesmo um olhar.
Não deixemos que a correria, tribulações, preocupações e afazeres do dia-a-dia nos façam esquecer de cuidar da nossa rosa, do nosso amor.
Os que buscam precisam ser sensíveis aos acontecimentos, para que não percam sinais pequenos, mas talvez essenciais ao encontro de um grande amor.
A busca pela pessoa amada exige paciência, discernimento e uma espera em Deus, pois quando confiamos nossa vida à Ele nada sai errado, nenhum plano é frustrado, independente da demora! Porém, não nos confundamos, entregar à Deus nossa espera não siginifica cruzarmos os braços e esperar o(a) amado(a) cair do céu. Pelo contrário, devemos fazer nossa parte, ir em busca!
Para os que buscam, há também uma questão a  refletir: como estou buscando? Existem pessoas que por carências afetivas vão para "baladas", "pegam" todos ou todas que vêm pela frente, achando que desta forma encontrarão seu(a) mado(a). Não nos iludamos, desta forma o que ganhamos não é a pessoa amada a qual tanto buscamos, mas sim desilusões, histórias frustradas e que contribuem ainda mais para nossas carências! Exeto se o objetivo é apenas "curtir".
Saibamos buscar. O amor não nasce de "farras", de noites passageiras, e sim de amizades verdadeiras, companheirismo, afeto. Não olhemos somente o físico, mas principalmente o "coração". Contudo, sempre lembremos de colocar nossa busca no coração de Deus, para que Nele esperemos confiantes.
"A espera em Deus pode ser demorada, mas é mais segura!"

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

PROFESSORES: PROFISSIONAIS ILUSTRES, PORÉM, INJUSTIÇADOS!

CAROL POSSEBON

Quero expressar aqui, toda minha indignação com a falta de respeito e a injustiça que nós, professores da rede pública do Estado de São paulo estamos sofrendo!
O governador José Serra lançou o projeto de promoção salarial, o qual exige que os professores façam uma "provinha". Aqueles que conseguirem passar na prova receberão uma porcentagem de aumento, porém, não são todos os aprovados que receberão, somente 20%, e ainda, sob condições de recursos disponíveis.Além disso, não são todos os professores que poderão participar das provas, mas somente aqueles quet têm 4 anos de efetivo exercício na rede e, permanência mínima de três anos na mesma unidade de ensino.
Vejamos quantas injustiças para conosco:

1.  Prova para aumento salarial - todos os profissionais têm direito a receber aumento em seu salário, independente de "provinha". Os trabalhadores em geral, recebem aumento simplesmente porque trabalham. Por que somente nós professores precisamos fazer prova? E todo noso sacrifício em sala de aula? Como disse nosso ilustre ex-ministro da educação, o qual tenho grande admiração, Gabreil Chalita, "por que médicos, engenheiros, políticos, não fazem 'provinha' para receber aumento? Por que somente os professores precisam fazer 'provinha'?"

2. Apenas 20% dos aprovados receberão aumento - Que ridículo! Além de ser aprovado, tem que estar dentre os 20%? Esta condição mostra a "safadeza" de nosso governador!

3. A participação da prova não atinge a todos os professores, mas somente aqueles que cumprirem certos requisitos - Por que essa discriminação? Isso prova mais uma vez a "safadeza" de nosso governador.

Professores são profissionais essenciais à sociedade, pois sem professores não haveriam médicos, engenheiros, advogados, nem mesmo os políticos! Levando isto em consideração, o professores merecem respeito, valorização, e não discriminação, perseguição e acusações injustas e absurdas. Digo acusações, pois se pararmos para observar, pereceberemos que o governo coloca toda a culpa dos desastres educacionais no professor. Um exemplo disto, é que o professor é culpado se o aluno não aprende, não importa se este aluno está inserido em contexto que estimula sua dificuldade na aprendizagem, o que importa é que o professor é culpado e pronto!
Para o governo é muito fácil apontar, colocar toda responsabilidade e culpa nos professores, e ficar sentado atras de uma mesa ditando regras, leis e decretos absurdos, totalmente fora da realidade em que vivemos hoje dentro de nossas salas de aula!
O professor, como diz Gabreil Chalita, "é a alma da educação". Somos nós quem estamos diretamente ligados aos alunos, enfrentando desafios a cada dia dentro das salas de aula. Por esta simples razão, deveríamos ser mais respeitados, valorizados e estimulados!

Em conseqência de todos estes fatos descritos  a cima, me sinto assim como tantos colegas, desestimulada a exercer minha profissão! Sinto orgulho em ser educadora, porém, tristeza diante de tanta discriminação, desvalorização e desrespeito. Posso dizer que hoje, o professor perdeu o que lhe é mais precioso, sua dignidade profissional; e isto por culpa de governos idiotas, perseguidores, interesseiros, corruptos e sujos!